Destaque para os Duatlos BTT, Jamor e Lezírias.

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Guilherme, Joana, Romão e Rui, a nossa "brigada de reconhecimento".
Decorreu a 15 de Agosto o 6º passeio BTT incluído na Fexpomalveira 2010. Mais uma vez este passeio contou com a habitual dureza (1.300m de subida acumulada para 52km de extensão), mas valeu bem a pena pelos trilhos em que rolámos.
Fizemo-nos representar por Jorge Menau, Mário Romão, Joana Fragata, Paulo Ferreira e Guilherme Lourenço. Na parte organizativa colaborou como guia o Pedro Lopes.
No domingo, 16 de Maio de 2010, fizemos os 124km do raid BTT que começa em Alvalade, passa por Porto Côvo e regressa a Alvalade por outros caminhos. As subidas acumuladas eram 1.400m.
Idanha-a-Nova, sábado, 8 de Maio de 2010. O que fomos lá fazer? ANDAR DE BIKE!
O percurso era praticamente igual ao de 2009 mas com os cursos de água mais cheios e a albufeira da barragem na cota máxima, fizeram com que houvesse ligeiras alterações.
Arriscamos escrever que se tratam dos melhores trilhos e paisagens que encontramos nos eventos de BTT em Portugal, onde destacamos os "singletracks" técnicos que ladeiam o rio Erges.
Este evento tem sempre um grande final, que é o "ataque" à calçada que nos leva à meta em Idanha.
Video: http://www.pinkbike.com/video/137628/

103 (km de extensão) e 2.030 (metros de subida acumulada) foram os números a bater na segunda prova da Taça de Portugal de Maratonas (XCM) e também pelos inscritos na prova aberta no nível 4, em que participei. Este ano a maratona estava inserida no programa oficial dos Jogos do Centenário (100 anos da implantação da República), e chegámos a entrar no Alentejo.
Pela terceira vez desloquei-me a Alte (2007/2009/2010) para tomar parte nesta grande festa do BTT a sul. Mais de 2.000 participantes inscritos, 270 no nível 4 (classificaram-se só 107).
Logo pela manhã o céu azul prometia um dia de Primavera quente, a máxima terá chegado aos 30ºC. Na semana anterior não tive um descanso regular (que é uma das principais componentes de qualquer treino), também não estudei convenientemente o percurso em termos de dureza, pois o pior estava mesmo nos 40km iniciais, subidas duras e com muita gente à volta, ora a passarem-me, ora eu a ultrapassar. Ou seja, não consegui entrar no meu ritmo. Somando a isto tudo uma ligeira debilidade fisiológica, o resultado foi mesmo uma dura prova com constante dor de pernas. Contava fazer 6 horas (no máximo 7), mas o cronómetro só parou nas 7h20min (a pedalar fiz 6h35min... demasiado tempo parado).De qualquer modo valeu a pena (e foi-me mesmo penoso).




Rumo aos trilhos, tinha um “pequeno” desafio de 60km e quase 1.600 de acumulado (!!!). O ponto mais alto tinha uma cota de 375 m…coisa pouca. Houve subidas que pareciam paredes, mas em compensação, havia descidas muito boas. Trilhos com muita pedra (tal como se quer), poças pequenas, poças grandes e poças que eram tão grandes que pareciam ribeiros…se calhar até eram eheheheheh
Tentei ir num ritmo calmo, para não hipotecar a minha loucura em Abril (Ultramaratona Serpa 160). No fim foram 4H03 de maratona com os músculos a arder de tanta subida.
No fim, um belo repasto de porco no espeto, acompanhado de arroz de feijão e salada. Cafezinho e rumo a casa com mais uma zona do nosso Portugal explorada. Recomendo vivamente estes trilhos.
Boas pedaladas!
Há algum tempo que andava a “magicar” regressar a estes trilhos e tentar fazer uma pequena volta entre 60 a 100 km. Preparei a volta, fiz o reconhecimento semanas antes, pois muitos destes trilhos “old school” não os fazia à mais de 2 anos e, finalmente chegou o dia!
Chegados à Praia Grande, começa o bom da festa: “pequena” subida que foi dos 35m de desnível até aos 190m em pouco mais de 2 Km. Nada mal para aquecer. Refeitos, mas sem parar lá fomos para um trilho de vir as lágrimas aos olhos…de rir eheheheh! Descida pelas dunas até á Praia da Adraga. Deviam ter visto o Guilherme…estava doido! Lindo! Parecíamos uns miúdos…muito bom!